Paulino Vergetti  Neto_escritor

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Meu Diário
17/08/2007 09h20
À Igreja Católica
À Igreja Católica



O celibato não é nem nunca foi um dogma da igreja mas, apenas uma tradição consolidada e passou a ser disciplinar para essa própria igreja. Não se encontra, atualmente, nas pautas das grandes discurssões no seio eclesiástico.

Pude confirmar, embora que com espanto, a diminuição do número de cristãos católicos na cidade de Japaratinga, interior de Alagoas. Há lá uma capela multicentenária, desolada, sem páraco e, na maioria das vezes, não tendo sequer fieis que possam fazer as leituras do Evangelho, nas raras missas semanais.

Naquela cidade vem crescendo assustadoramente o protestantismo. É comum vê-se os fieis testemunhas de Jeová, deselegantemente apelidados de “queima feijão”, dada as custosas conversas nas portas das casas, tentando conquistar adeptos, passeando nas ruas da cidade. Foi também lá onde ouvi a mais barulhenta igreja “Assembléia de Deus”.

E é com essa marcha presencial que o cristianismo Petrino vem descaminhando na estatísticas quantitativas na história recente do país, mais precisamente em nosso Estado.

Falava no início desta crônica, no celibato. Talvez esse seja o espinho maior, co-responsável pelo volumoso êxodo vocacional de que temos conhecimento. Enquanto uma igreja dadivosa e permissiva murcha, outras mais rigorosas, pedidoras, crescem.

E as óstias, enquanto isso, continuam a serem produzidas com o trigo importado. O Brasil voltou a liderar a importação de trigo. Nossa triticultura está pífia. Importamos 15 milhões de toneladas de trigo.

Não sei, mas, talvez ainda não nos seja tarde para pedirmos à literatura que dê as costas para Derrida e o seu “construcionismo francês”. Mas o mal se banalizou, eu sei. Nossos corações têm sentido mais angústias do que mesmo alegrias. As famílias, o que resta, dão passos isolados rumo à nem sei aonde.

Há um descaminho que abraça um desejo destemperado de perder-se, antes mesmo de sair-se, quanto mais, pensar-se no chegar-se. Há pressa para a fuga. Outros olhares sombreiam o remanso dos valores de ontem. E como uma maré mortífera, o mal vai e vêm, cantarolando uma destruição que já não parece ser infinda.O que será que está havendo?

Volto à Japaratinga. Senhor Arcebispo, passa da hora de desjaparatingarmos o catolicismo em nosso Estado. Por que não aproveitar agora e transformála em paróquia, ofertar missas mais de uma vez por semana, reconquistar os fieis arrancados de nós, por tantos outros cristãos, alheios ao nosso catolicismo?

Mas se por outro lado, o desejo maior é o de ver crescer o protestanismo, que assim o seja. Eu apenas não achei o melhor norte, ver os meus irmãos de fé sendo expurgados, diante de tanta carência.

O celibato talvez esteja mesmo sendo um limitador de oferta de padres; quanto aos raros trigais de nosso país, isso oferece dessabor muito maior à nossa economia do que mesmo as levíssimas óstias que nós cristãos consumimos. Mas quanto ao êxodo católico de Japaratinga, esse sim, é produto facilmente visto por lá e, dói na alma! É preciso fazer-se alguma coisa!

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 17/08/2007 às 09h20
 
04/08/2007 08h53
O País do PAM


 


O País foi palco de uma espetacular festa desportiva. Podemos afirmar que ele está preparado para conduzir, de forma acertada, os caminhos de sua política interna, certo? Não, errado! Dessa festa apenas participaram os brasileiros sortudos e talentosos, escolhidos a dedo, depois de exercerem uma maratona ainda maior do que o  que lhes foi a competição em si mesma.


É louvável que tenhamos  nos desempenhado de forma louvável para a realização deste PAM. O País mostrou de que é capaz. Acho que até a bandidagem colaborou com o espetáculo, reduzindo suas ações maléficas, ou então os meios de comunicação, estrategicamente, não acharam por bem divulgar as estatísticas da criminalidade.


Como seria espetacular também se pudéssemos enxergar os nossos jovens estudantes, todos eles  com físico varonil,  tez luzidia refletindo saúde, nessa competição sedutora e os pódios,  atingidos para a efetivação do brilho participativo! Mas o que vemos  na realidade são jovens desocupados, aprendizes do crime organizado, desempregados,, lutando maratonicamente,  ou para concluir seus estudos ou  para arrumar seu primeiro emprego. A bola da vez para eles tem sido a desesperança e o desassossego. O palco festivo passa longe. As medalhas ficam apenas no sonho ou na vibração ao assistir à competição. Muitos desses jovens não podem sequer se dar ao luxo de permanecerem estáticos frente à TV para assistir ao PAM 2007, quanto  mais para comprarem os ingressos e  assistirem  ao show ao vivo.


Não podemos ser pessimistas de tudo. Houve sucesso, crescimento desportivo, envio de uma imagem positiva do país  para o mundo todo. Isso é salutar, encaminhador para um futuro desportivo ainda melhor. Mas que nos sirva de lição, como os reversos das medalhas do nosso cotidiano. Agora, que tudo acabou, que nos fique uma semente, mesmo que minúscula e que os nossos governantes tomem como lição de gerenciamento  a máxima de que, com o esporte e a educação, teremos mais saúde e segurança no futuro do nosso país. E que, quando tudo já for passado, ajamos  no presente e  ofereçamos  aos jovens deste país a oportunidade de serem cidadãos decentes e sadios!


Quem dera aos estudantes de Cuba serem livres como parecem ser os atletas de sua delegação no PAM 2007! Quem nos dera que a miséria viva do Haiti não fosse real e que a alegria de seus atletas fosse a alegria da barriga cheia e da saúde de seus patrícios que lá ficaram porque suas exclusões não lhes permitiram participar ativamente do PAM 2007! Em nossa vila  olímpica também é mostrada a grande farsa de uma representação de paz, saúde, prosperidade e liberdade. Mas a máquina de fazer medalha que, disparadamente,  ocupa o primeiro lugar entre os conquistadores de medalha, é mesmo um país livre, soberano, rico e democrático, conhecido por todo o resto do mundo como Estados Unidos da América.


Que possam ser destruídas em nosso país as Biafras do subdesenvolvimento, da fome, da miséria, da prostituição infantil, do trabalho escravo, do preconceito e da insegurança. Ah como eu gostaria, antes de morrer, de enxergar, nos campos e cidades do meu país, um grande pódio de vitoriosos, cidadãos incluídos e felizes; um país modificado para melhor e com um presente rico e um futuro mantenedor de todas essas sonhadas conquistas.


O bilhete para participar dessa especial olimpíada futurística é o voto. Teremos que praticar a cidadania, através da democracia e fazer valer o nosso direito de escolha dos nossos políticos. Políticos descompromissados  com esse nosso “PAM dos sonhos” não poderão receber as benesses de nossas escolhas; devem  encher, sim, as Biafras das exclusões, todas elas. Mas, aos que defendem as bandeiras sociais da inclusão, a esses sim, teremos  o dever de alçá-los ao pódio do gerenciamento nacional.


Não poderemos  continuar a permitir a nós mesmos que, ao lado de uma vila olímpica tão bem  edificada, possam continuar desvivendo os nossos irmãos favelados da política e da vida cidadã. O PAM que deveremos medalhar o Brasil será o PAM da vergonha na cara e das grandes mudanças sociais, esse sim, merecerá o nosso ouro. Parabéns, Brasil,  pelo revigoramento do seu esporte através dos nossos atletas vitoriosos --- todos os que participaram do PAM 2007! 


 


 


 


 


 


Publicado por Paulino Vergetti Neto em 04/08/2007 às 08h53
 
10/07/2007 13h04
Saúde
O retrato mais fidedigno que possa vir representar o atual estado em que se encontram os serviços de Saúde Pública no Brasil, remete e transporta a traumas de um mau começo que habita lugares e tempo distantes. Desde muito tempo que se desconstrói a saúde pública que se prática hoje. Resolver esse caos é algo nem pouco complicado. Exige muito de cada um de nós.
Alunos mal preparados saem assim de seus estudos normais, porque as escolas públicas e privadas não possuem, em sua maioria, um vergo denso de professores bem qualificados. A escola privada cobra muito, a pública nada cobra de ninguém, e a que preenche o meio das duas brinca de cobrar enquanto o aluno brinca de estudar e de passar também.
A faculdade não oferece as condições ideais para a formação dos nossos médicos, e o profissional, a partir do quarto ano, está mais preocupado com o que de mais rentável lhe será oferecido no futuro próximo, a depender da escolha que ele vier a fazer. Deverá especializar-se e é tomado pelo medo de não conseguir um local para fazer a sua especialização. Onde conseguirá a sua residência médica? E como estará o mercado de trabalho após toda essa labuta? Cobra engolindo cobra e um grande dragão branco fumaçando o desemprego por todos os lados.
Hoje estão querendo cobrar muito de uma classe que necessita de grandes reparos a serem feitos, pagando miseráveis salários e expondo-a a todo o troco de dissabores. E a saúde brasileira vai de mal a pior mesmo e só não vê, quem não quer ver mesmo, ou quer enxergar algo diferente.
Os postos de saúde recebem, nas madrugadas friorentas, os excluídos que, entre gemidos e lágrimas, clamam por um atendimento qualquer, esquecendo-se até de que têm dignidade, são gente, têm direito a uma saúde de boa qualidade. Remédios gratuitos para os programas oficiais do governo funcionam precariamente. O que jamais poderia faltar cronicamente falta. Há filas para se ser atendido até nos prontos-socorros. A morte espera pelo atendimento que demora, enlanguescendo o sofrimento alheio.
Saúde ainda não é tida como coisa séria, e as autoridades discursam, enviam documentos e nada mais do que isso é feito. Quem é rico ou famoso tem acesso à medicina gratuita e de melhor qualidade. Quem não é, espera a morte chegar com o adiantado da hora que contempla o atrasado do atendimento desonroso e tétrico.
Se não podemos ter sequer saúde, o que poderemos ter melhor do que isso? Há coisas que não há necessidade sequer de serem cobradas. São axiomas na vida de todo cidadão. Eu continuo a pensar que estamos dando murro em ponta de faca. O caos está se instalando com muito mais pressa do que o previsto. Jogar na imprensa propagandas enganosas e dizer que a saúde vai muito bem deve causar doença, além de forte risco de ir-se à cadeia. A coisa está tão séria que já passa das raias do suportável.

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 10/07/2007 às 13h04
 
03/07/2007 13h35
Começar de novo
Ainda não despertamos para o exercício pleno da cidadania. Estamos deslustrados na imensa caverna de proibições impostas por forças obscuras que globalizam nossos sofrimentos, achando que somos bons idiotas. Não somos os verdadeiros donos do que plantamos e muito menos do que colhemos. Apreciamos as regras que nos desatinam e só pouco mais do que isso podemos apreciar no grande palco onde representamos a peça hedionda do nosso sacrifício e o tamanho da nossa tolerância.
Tento encontrar o horizonte que deveria estar à frente das promessas dos nossos governantes que, há pouco tempo, prometiam um mundo encantado para nossos filhos e um celeiro farto, extraído deste imenso continente de solo invejavelmente fértil.
As escolas, tão lembradas, da esquerda à direita, centralizam uma sub-educação que termina por formar os hóspedes involuntários dos cubículos dos presídios públicos. Eles são as grandes vítimas de todos nós e deles mesmos. Portanto, estamos no mesmo caldeirão de culpas. Governamos por controle remoto, ficando, pois, bem longe da realidade dos lixões apodrecidos e dos campos de concentração onde moram, famintos, os nossos desempregados.
Essas mesmas escolas que já tiveram força formadora bem diferente dos dias atuais vivem moribundas, reclamam por um tratamento mais diferenciado, para que possam formar cidadãos decentes, que enxerguem e governem de forma diferente, aliviando a dor de tantos irmãos excluídos.
Os energúmenos dos outros xadrezes humanos precisam tornar-se sãos. Suas loucuras são nossas loucuras, e os seus defeitos saíram dos nossos. Ninguém é louco por brincar com a loucura: um não trata o outro, mas os dois juntos produzem muito mais danos que os primeiros.
Se acaso nosso jovem cidadão sobreviver a tudo isso, cairá na procura do primeiro emprego e acabará encontrando a primeira porta do inferno, que ainda não o porá no fogo destruidor, mas o convidará a ingressar no submundo das drogas e do sexo, muito pior do que esse inferno bíblico fantasioso, que, quero crer, jamais um Deus vivo e misericordioso nos reservaria. O inferno está aqui, entre nós, e talvez seja nós mesmos, sediados nesse mundo esfumaçado que a cada dia nos transforma em defuntos emergentes. Destruímos tudo e ainda não sabemos de quase nada. Que pena! Não podem nos restar somente lágrimas ou bela retórica. Precisamos agir com humanismo, fervor, dedicação e entrega plena. As soluções devem ser o reflexo de nossas vontades. O país precisa crescer, e seus filhos necessitam tornar-se gigantes.
Muitas vezes receio acordar. O sonho tem o grande poder de nos fazer viajar e esquecer momentaneamente os dissabores do cotidiano. Só que, ultimamente, até eles estão menos bons e têm nos desencantado com a vida. Vivemos forçadamente na vigília da morte anunciada, e o nosso corpo está ébrio das coisas do mundo. Desfazemos bem mais do que construímos e é aí onde mora o nosso maior pecado. A omissão tem sido nosso terrível cobertor.
As eleições, em todos os níveis, nos reacendem o desfavor e a humilhação. As urnas maltratam, após o entorpecimento que recebemos ao ouvir os palanques que aglomeram os trigos dos joios e os joios dos trigos. Se escolhemos, erramos e se não escolhemos, pecamos! E a nossa liberdade, onde está? Ah!..., ela vive nos impostos exorbitantes que somos obrigados a pagar, nas trapaças da maioria dos nossos governantes e nas promessas hediondas dos nossos falsos líderes. A lei peleja sob as togas de tantos inescrupulosos.
Os semáforos estão cheios de pequenos e grandes brasileiros. Roubando-nos, xingando-nos, limpam os nossos carros. Cada parada nossa é um estado de tensão. Não sabemos para que vieram. Temos que fornecer alguma migalha, senão perdemos o resto do nosso dinheiro. Somos as iscas dos pescadores que nos governam. Não podemos esperar que esses miseráveis nos procurem para rezar conosco; eles estão a sofrer muito mais que nós. Não dispomos das limusines blindadas que desfilam imponentes à nossa frente, dizendo-nos que somos meros brinquedos em suas mãos sujas. Isso é que mais tem excitado a violência.
Como gostaria de saber para onde vamos! Chegaria, talvez, primeiro que os outros e sofreria logo tudo de uma só vez, no caminho de um horizonte que não vejo à frente, ou quem sabe, veria a luz do fim do túnel e retornaria sem lágrimas no rosto.
Fomos Muito Infelizes (FMI). Suamos para cumprir as metas absurdas que nos impõe a América rica. Não podemos comer quase nada. O alimento deve sobrar nas prateleiras dos grandes supermercados para, aumentando a oferta, baratear os preços, e assim baixar a inflação. Não importa se passamos fome. A meta tem de ser cumprida. O estrago desse sacrifício avaliaremos depois, talvez lá no fim do poço, quando estivermos mortos e sem dignidade.

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 03/07/2007 às 13h35
 
02/07/2007 10h27
Lula, o PT, servos e Servo
Hoje em dia, se dormir após vencer o insone cotidiano já é bem difícil, imagine sonhar sem sequer sono ter. A meu ver é o que nos parece acontecer diante dos últimos acontecimentos nacionais. Os sonhos não são tão reais como acreditam alguns. Enganar a opinião alheia é muito mais fácil do que vivermos apenas o abstrato engano de não sermos o que pensamos ser.

E coitada de nossa Polícia Federal. De tanto ser criticada nos últimos dias por estar algemando políticos e empresários ricos e famosos, impaciente, talvez, tenha criado um manual para se auto-reger em tecendo suas grandes operações. É bastante começar a mexer com os engravatados de Brasília, para se querer mudar o dia – a – dia comum das ações legais. O Ministro Tasso Genro, da Justiça, que o diga. Já está liderando o desengavetamento de velhos projetos de lei para a meu ver, subtrair da P. F um pedaço de sua força operacional.

E qual é o porquê de tudo isso? Fácil entender!

A máfia das máquinas caça-níqueis foi desbaratada pela operação Xeque-Mate da nossa Polícia Federal. Indiciaram o Vavá, irmão do Presidente Lula, após a escuta telefônica da quadrilha, desde dezembro de 2006. O Vavá foi indiciado por suspeita de estar por trás do tráfico de influência. Em troca, Vavá estaria recebendo entre 2 e 3 mil reais como mesada do empresário Nilton Servo, o que é negado veementemente por seu advogado.

Esse tal de Nilton Cézar Servo, o líder da quadrilha desbaratada pela Polícia Federal, é ninguém menos do que o sócio do Dario Morelli, que por sua vez, é compadre do Presidente Lula. Não nos esqueçamos que esse último é militante do PT.

A máfia do caça-níqueis pôs em evidência um punhado de famosos palacianos e petistas. Isso tudo é muito sério!

Sabe-se ainda que um certo advogado do Vavá disse para o jornal A Folha de São Paulo que ele era acostumado a bazófias do tipo : Quer comprar um lote de terreno na lua? – Como se vê, o Vavá não é tão tolo assim. Não sei como ele não conseguiu, através do tráfico de influência, junto ao Papa, retirar a santidade do Frei Galvão e consagrar-se no mínimo, ele próprio, Beato. (Beato Vavá – Já imaginaram como Brasília seria outra?)

A operação Xeque-Mate necessita continuar até quebrar o tabuleiro do xadrez nojento que se pratica nos bastidores políticos deste país (principalmente em Brasília) na cabeça de quem menos cabeça tenha. O jogo apenas começou e já querem dar o xeque-mate na Xeque-Mate? Não!

Então, repetindo,temos o seguinte: o chefe da quadrilha das máquinas caça-níqueis, preso pela operação Xeque-Mate, da Polícia Federal, o senhor Nilton Cezar Servo, tratava com o irmão do Presidente Lula, o Vavá, e foi interceptado nas escutas telefônicas legais, feitas pela PF. O tal Servo, que por sua vez, é sócio do Dario Morelli, compadre do Presidente Lula, ambos do PT.

Tudo está tão claro! São necessárias mais provas? Por muito menos, infinitamente menos, condenaram o Senador Fernando Collor, à época Presidente do Brasil. Isso, sim, tira o sono de quem roga por justiça social.

O Brasil não é um tabuleiro de falcatruas ou um jogo de azar, nem tampouco terra de ninguém. Então, Polícia Federal neles!

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 02/07/2007 às 10h27



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