Paulino Vergetti  Neto_escritor

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Meu Diário
02/07/2007 10h27
Lula, o PT, servos e Servo
Hoje em dia, se dormir após vencer o insone cotidiano já é bem difícil, imagine sonhar sem sequer sono ter. A meu ver é o que nos parece acontecer diante dos últimos acontecimentos nacionais. Os sonhos não são tão reais como acreditam alguns. Enganar a opinião alheia é muito mais fácil do que vivermos apenas o abstrato engano de não sermos o que pensamos ser.

E coitada de nossa Polícia Federal. De tanto ser criticada nos últimos dias por estar algemando políticos e empresários ricos e famosos, impaciente, talvez, tenha criado um manual para se auto-reger em tecendo suas grandes operações. É bastante começar a mexer com os engravatados de Brasília, para se querer mudar o dia – a – dia comum das ações legais. O Ministro Tasso Genro, da Justiça, que o diga. Já está liderando o desengavetamento de velhos projetos de lei para a meu ver, subtrair da P. F um pedaço de sua força operacional.

E qual é o porquê de tudo isso? Fácil entender!

A máfia das máquinas caça-níqueis foi desbaratada pela operação Xeque-Mate da nossa Polícia Federal. Indiciaram o Vavá, irmão do Presidente Lula, após a escuta telefônica da quadrilha, desde dezembro de 2006. O Vavá foi indiciado por suspeita de estar por trás do tráfico de influência. Em troca, Vavá estaria recebendo entre 2 e 3 mil reais como mesada do empresário Nilton Servo, o que é negado veementemente por seu advogado.

Esse tal de Nilton Cézar Servo, o líder da quadrilha desbaratada pela Polícia Federal, é ninguém menos do que o sócio do Dario Morelli, que por sua vez, é compadre do Presidente Lula. Não nos esqueçamos que esse último é militante do PT.

A máfia do caça-níqueis pôs em evidência um punhado de famosos palacianos e petistas. Isso tudo é muito sério!

Sabe-se ainda que um certo advogado do Vavá disse para o jornal A Folha de São Paulo que ele era acostumado a bazófias do tipo : Quer comprar um lote de terreno na lua? – Como se vê, o Vavá não é tão tolo assim. Não sei como ele não conseguiu, através do tráfico de influência, junto ao Papa, retirar a santidade do Frei Galvão e consagrar-se no mínimo, ele próprio, Beato. (Beato Vavá – Já imaginaram como Brasília seria outra?)

A operação Xeque-Mate necessita continuar até quebrar o tabuleiro do xadrez nojento que se pratica nos bastidores políticos deste país (principalmente em Brasília) na cabeça de quem menos cabeça tenha. O jogo apenas começou e já querem dar o xeque-mate na Xeque-Mate? Não!

Então, repetindo,temos o seguinte: o chefe da quadrilha das máquinas caça-níqueis, preso pela operação Xeque-Mate, da Polícia Federal, o senhor Nilton Cezar Servo, tratava com o irmão do Presidente Lula, o Vavá, e foi interceptado nas escutas telefônicas legais, feitas pela PF. O tal Servo, que por sua vez, é sócio do Dario Morelli, compadre do Presidente Lula, ambos do PT.

Tudo está tão claro! São necessárias mais provas? Por muito menos, infinitamente menos, condenaram o Senador Fernando Collor, à época Presidente do Brasil. Isso, sim, tira o sono de quem roga por justiça social.

O Brasil não é um tabuleiro de falcatruas ou um jogo de azar, nem tampouco terra de ninguém. Então, Polícia Federal neles!

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 02/07/2007 às 10h27

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