Paulino Vergetti  Neto_escritor

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Meu Diário
20/03/2007 09h41
PAC
Se o governo Lula não for capaz de produzir, com suficiência, a proteína necessária para alimentar a população brasileira, há uma solução à vista: cientistas já estão clonando galinhas com genes humanos e elas, por sua vez, já estão pondo ovos contendo proteínas humanas. Sem alarde, quase sem reunião, longe de Davos e Kioto, esses seres humanos, bem concentrados no que querem fazer e realmente fazem, estão materializando os meios para curar doenças, além de matar a fome dos habitantes do planeta.
Alegro-me ao ler a notícia acima e padeço envergonhado ao ler também que, no Estado mais rico do país, São Paulo, o ensino superior tem apresentado a maior inadimplência desde o ano de 2002. Em cada 3 alunos, dois estão inadimplentes, fechando um percentual de aproximadamente 30%.
E retornamos àquela velha história da deseducação oferecida pelo Estado, que se torna pior do que a sua falta. Olhem os índios como sabem educar seus filhos, claro, segundo sua cultura mística. Entre nós humanos o crime é que tem sido o subproduto dessa falta de educação de uma forma ampla.
É por isso que não canso de pôr a culpa no Estado – um Estado fraco, indolente, fazedor de leis que não são cumpridas, peca e cai nisso.
A miséria das periferias das cidades grandes do Brasil só será resolvida quando, sem o bolsa-escola, bolsa-família, o governo resolver atacar de frente a falta de emprego. O Estado deve fornecer salários dignos aos nossos desempregados, favorecer as mães que, por opção, preferirem ocupar-se com os trabalhos domésticos e cobrar desses beneficiados a presença de seus filhos nas escolas. Trabalhadores que ganham salários dignos não necessitam das esmolas sociais, do tipo das que o governo tem ofertado - tantas vezes de forma fraudulenta, desorganizada, cheia de falhas pouco reparáveis.
E agora os burocratas do governo inventaram o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Enganosa maneira de reeditar os velhos planos de desenvolvimento. Estão rebatizando os planos plurianuais dos governos anteriores. Grande novidade, essa!
Comparo esse plano a uma madrugada muito chuvosa à espera de um sol madrugador custoso de sair. Reformas, reformas e reformas é o que tem de ser feito pelo Estado. Do Judiciário ao trabalhista, passando por todo o esqueleto raquítico e reumático que desacumula os programas verdadeiramente sociais que o governo não tem feito.
A escola como atrativo para os nossos jovens (educação em tempo integral). Pais bem ocupados e recebendo bons salários – quero ver sobrar nas ruas os pequeninos latrocinistas e os bandidos enfileirados à procura de suas vítimas – uma sociedade fragilizada por todas as arestas do convívio social.
Planos e mais planos, leis e mais leis, para quê? Encher os calhamaços palacianos?
A letargia, a morosidade, reuniões infrutíferas regadas às repetições medíocres de velhos planos – velhas promessas – que jamais saem dos papéis, tudo isso sim é desgoverno e retroação. Governar fica bem mais difícil quando os líderes maiores do país são cultos, receberam educação vigorosa, nunca orbitaram em ações emocionalmente enganosas, satelitizando um desespero à procura de fama e voto.
Nossos técnicos, os que vivem a encher as salas de aulas das Universidades, saberiam muito melhor do que os apadrinhados políticos que dizem governar, pôr este país nos rumos do desenvolvimento.
PAC para quê? Para Alguma Coisa – ah! PAC! Soa como uma pancada forte aos nossos ouvidos. Será que vingará?

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 20/03/2007 às 09h41
 
17/03/2007 22h24
O que sustentará a China?
E o dragão chinês, quem duvida, continua a bater seus próprios recordes de desenvolvimento: 2006 chegou com a bagatela de 10,7% de aumento do seu PIB. A China voa, sem saber se encontrará algum galho que a sustente firmemente quando for grande demais e, olhando para dentro de si, vir que até água potável terá que importar para seu povo beber.
A China não poderá ser o grande dragão vermelho da Ásia, sem a soja, o ferro, o aço, o açúcar, a carne, etc., brasileiros. O petróleo, de que necessita para dar sustentação ao seu desenvolvimento desenfreado, tem que ser importado também dos países produtores e exportadores.
Um superávit extraordinário em sua balança comercial, a maior população e o maior exército do planeta, a maior extensão territorial, mas sem a proteína e água necessárias à sobrevivência de seu povo. Importa matéria prima e vende manufaturados e industrializados; ganha os dólares de quem tem a receita do bolo, mas necessita comprar a farinha de trigo e os ovos. E aí? Como pode dar-se um desenvolvimento sustentado em um país como a China? Fazer pastel sem óleo? Macarrão sem trigo? Vão findar pondo a culpa na globalização se, mais à frente, alguma coisa der errado. Quem não planta não pode colher: isso é um axioma em se falando de desenvolvimento sustentável.
Mas estarão abertas outras grandes portas de compensação para tudo isso. O turismo, por exemplo, será sempre uma importante força na soma de divisas da China. E ele deverá ser proporcional à sua abertura política e social. O muro deverá ser apenas um cartão postal chinês, sem nada representar à falta de liberdade. O mundo não visitará os regimes carrascos onde a ausência de liberdade seja protegida por lei. Ou abrem as portas com humanismo e liberdade ou isolam-se na contemplação das demais dificuldades.
A China necessita ser responsavelmente generosa com o Tibet e libertá-lo, libertando assim um pedaço da cultura apreciada por quase todos os povos. A opressão do regime chinês é, além de ousada, desinteressante. O Estado chinês parece querer controlar até as manifestações álmicas de seu povo, através de sua cultura erudita. O Tibet ainda não foi deglutido pelo mundo livre. É preciso libertar aquele pedaço sacrossanto de terra, encravado no Himalaia, possuidor de um perfume adorável de fé e amor à cultura e à arte. O Tibet culturalmente é tão grande, ou até maior que a própria China. Ainda acho vergonhosa a forma como a China interfere e interdita a vida tibetana. A invasão do Tibet é fato insuportável para qualquer povo que venere a liberdade.
Muita coisa já mudou na China depois que ela adotou, em sua economia, partes interessantes do modelo capitalista reinante no Ocidente. É fato sabido que na China começa a aparecer a exclusão social que, em se tratando de um país comunista, é um fato deplorável e injustificável.
Acredito que esse crescimento estupendo que vem tendo o gigante vermelho da Ásia amarela, trará para ele próprio conseqüências inesperadas e proibidas a um país comunista. (comunista?!)
A China é uma ditadura ímpar. O governo chinês possui o peso bélico necessário para se isolar do resto do mundo em suas decisões mais radicais, como, por exemplo, a falta de liberdade em seu território e a pena capital a que são submetidos os intelectuais que se opõem aos mandos e desmandos do poderosíssimo Partido Comunista Chinês, senhor soberano e absoluto das ações engendradas e postas em prática no continente.
Há um outro perigo que o restante do planeta corre com a China imensa. O domínio da tecnologia-nuclear, a enorme reserva em ouro e dólar que um país possui, podem, muito bem, fornecer-lhe o desequilíbrio de pensar que tudo pode e arvorar-se com alguma decisão desaforada contra o resto do planeta. Quem seria maior que a China hoje? A América de Bush? Que nada! A China é o gigante que mais cresce e o maior exército de todos os continentes. Daqui a alguns anos será ela quem estará ditando as regras mais importantes do comércio mundial. A globalização tende a receber forte participação da cor chinesa do seu modelo desenvolvimentista e, pior ainda, do seu poder político.
Quem dirá no futuro próximo como se comportará a China diante do mundo globalizado, será o tamanho de sua dependência material? O resto ela tem e de sobra.

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 17/03/2007 às 22h24
 
16/03/2007 21h11
A paz difícil do Oriente
O Oriente Médio parece querer recrudescer os ânimos de guerra, não bastasse o intraduzível cessar fogo de poucos dias atrás.
Quem está a conservar o impedimento da paz no Oriente são as selvas de suas próprias culturas milenares, a pólvora judaica e o chumbo árabe, guarnecidos pela bucha da fé. A paz de Abraão parece estar longe de ser alcançada. O respeito ao homem e o amor à vida estão eqüidistantes, distraídos em uma imensa distância quase sem fim. Há uma diáspora de vontades e um êxodo de soluções práticas que possam vir a pôr fim ao vento de guerra que nasceu, cresceu e reina forte naquela região, como se fosse ele ainda maior que a história do povo de Deus.
A Terra Santa está sendo vítima de uma corja satânica de pecadores que vêem na guerra uma santidade que não existe, acostados em princípios religiosos antiqüíssimos, inapropriados para conviverem com a cultura do homem moderno que, apesar de moderno, permanece com a mesma fé dos antigos. A idéia que defendem para delimitar territórios é canibal. Ninguém respeita os limites e as razões do outro, e ser vizinho no Oriente é estar-se preparando para lutar, destruir vidas e aumentar territórios.
Os desertos do Oriente, silenciosos e belos, deixam a paz caminhar entre suas dunas infindas e seu vento bailador, através do povo nômade que, distraído do front da guerra, caminha, reza e sobrevive.
Quando esse povo descobrir as belezas paradisíacas de seus oásis – os de suas almas – verá por certo os outros que habitam os espaços das areias quentes dos desertos e poderá entender que, se fossem amigos, Deus, Alá, etc os transformariam em anjos guardiões acordados do Édem da modernidade.
O Oriente é santo; possui um Mar Morto que nunca morre, uma guerra que não consegue destruir os lugares sagrados, um povo voltado para a fé, mas bem atrapalhado por um litígio quase interminável que não o deixa dar perenidade a uma paz tão desejada e solicitada pelo mundo inteiro.
A impressão que temos aqui no Ocidente é que os povos do Oriente Médio vivem a preparar-se para uma guerra que sempre está à sua porta. Armar-se até os dentes, publicar o poderio bélico e gritar em nome de Deus é o cotidiano selvagem de uma multidão que desvia a fé do verdadeiro amor ao próximo e à vida.
A relação inter-humanos no Oriente assemelha-se às malditas folhas de cansanção que, ao menor contato, mostram seu veneno pruriginoso. É como se a vida não lhes permitisse ser pacíficos e irmãos, viver numa convivência fraternal, usufruindo das belezas sacrossantas de uma das regiões mais belas do planeta. No Oriente, o isolamento mora próximo do destino e é vizinho da guerra que destrói almas e corpos.
Árabes e judeus, povos irmãos, habitantes de uma mesma região, vizinhos físicos, descendentes das primeiras civilizações que construíram a história do homem, todo esse legado não lhe basta para depreenderem que da guerra, por ela e depois dela, nada lhes restará além da destruição e da morte?
Abraão deve chorar permanentemente a falta da paz entre seu povo. De lá, a fumaça poderá virar fogo no Ocidente e matar inocentes distantes que nada têm a ver com os desacertos milenares daqueles povos. É hora de uma paz conciliadora de todos os desentendimentos, opondo-se à ameaça de uma grande destruição, até sem fronteiras.

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 16/03/2007 às 21h11
 
15/03/2007 21h23
O tempo do crime!
Houve um tempo em que o crime apenas amedrontava levemente a população. Outro tempo houve que ele incomodou a população, deixando-a com a suspeição de que algo estava bem mais do que apenas errado. Hoje há um tempo em que o crime assusta, inclusive nossas crianças inocentes – veja-se o caso recente do Rio de Janeiro com o garoto Joãozinho!
Que pena! O homem parece estar se deixando engolir pelo abismal e tétrico sentimento da maldade. A população aumenta de forma considerável e começamos a enxergar dentro dela os exemplares monstruosos de certos grupos sociais ligados à barbárie do crime. Há um novo tempo mau nascido entre nós, mudando culturas, hábitos e entendimentos. O horror espalha-se de norte a sul e o bizarro, até ontem considerado assim, torna-se comum, suportável, muitas vezes até vergonhosamente, justificável.
Sociopata uma ova, bandido mesmo! Os exemplares diabólicos que estão brotando entre a população como um todo, merecem ser vistos com outros olhos e tratados por outras mãos mais enérgicas, mãos essas que possam impor castigos mais severos, incluindo-se aí as prisões duradouras e sem benefícios de redução de penas – nos crimes hediondos.
Só nos falta assistir a esses bandidos da hora solicitarem anistia com indenizações. O país está vivenciando a alma negra do crime ressurgir com novo ímpeto. A tecnologia também tem favorecido a seqüestradores, latrocinistas, etc.
Recentemente li em um grande jornal do Sudeste sobre as queixas do um velho coronel do Exército Brasileiro reformado, acerca das tentativas por parte de alguns grupos de pessoas que, sentindo-se prejudicadas pelos possíveis atos violentos oferecidos a elas pelos policiais brasileiros à época da Ditadura militar, requisitavam, em processos na justiça, alguns, a punição dos comandantes da época, outros, além da punição, indenizações. E lá se vai o contribuinte ter que arcar com tais indenizações.
Nunca vi nenhum familiar de militar morto, na época difícil do regime de exceção por que nosso país passou, reivindicar punição ou até mesmo indenização pelas truculências recebidas. Sabe-se, e muito bem, que vários foram torturados por milícias comunistas ou simpatizantes outros que, reunidos, lutaram contra os militares.
Duvido, e duvido mesmo, que essa bandidagem que atualmente age frouxamente nas ruas, assaltando velhos, matando crianças, seqüestrando autoridades e praticando os seqüestros relâmpagos, tão trovejadores aos olhos da sociedade, tivesse a mesma chance de agir, caso aqueles mesmos militares de 64 estivessem no poder, sendo responsáveis pela segurança pública. Estão agindo assim porque acham-se protegidos pelas brechas da lei, os carinhos desnecessários dos movimentos sociais de proteção ao cidadão que, levados pelos ventos da igualdade social, protegem, com a mesma mão, homens de bem injustiçados e vândalos, bandidos cruéis, seqüestradores irrecuperáveis socialmente.
Um bandido é preso ainda molhado pelo sangue da vítima inocente, olha para o policial, alega que é um cidadão, retira do bolso um aparelho de telefone celular, liga para um advogado e pede respeito e bom trato. Se saiu do tempo miseravelmente curto do fragrante, vai incomodar a justiça, livre como um pássaro, esse falso cidadão.
Houve tempo, um saudoso tempo, em que o bandido era tratado com mais dureza. Os monstruosos eram bem presos, e as lições oferecidas pela polícia, parece, surtiam mais efeitos. É claro que havia excessos, como ainda hoje o há.
Está na hora de a polícia endurecer o cacetete, trocar os cadeados das prisões, ter seu efetivo aumentado e, o melhor de tudo, o respaldo da lei. Muita coisa deve ser mudada. Tantas ilhas que emergem de nosso mar oceano; bem que os presídios poderiam ser construídos nelas, com visitação semestral pelos familiares, a depender do tamanho da monstruosidade do crime cometido pelo bandido em voga.
Dar doce a bandidos truculentos? Transformar a lei para diminuir-lhes a pena? Não, pelo amor de Deus, não!
As polícias não desaprenderam a tratar bandidos com dureza (cacete neles!), apenas não o têm podido fazer, em nome da nova lei que encontra nessas espécies podres uma cidadania que nem sei onde foram encontrar.
É hora de fazer-se a lei Sadam: matou para roubar, aplica-se ela; seqüestrou e matou idem. Prisão perpétua deve existir apenas para os crimes bárbaros, porém não hediondos, onde o passional fez-se o eixo da ação praticada. Há de chegar um novo tempo!

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 15/03/2007 às 21h23
 
13/03/2007 17h11
A nova Câmara Federal
E a Câmara dos Deputados, hem, quem diria? Estamos sendo representados por nem tão doce salada de frutas. Vez por outra mastigamos um azedume ou um amargor. Haja paladar passivo para agüentar excessivas falta de docilidade e salinidade!
Os grandes inimigos dos valores democráticos são os que mais nos dão trabalho de localizá-los meio a essa parafernália de representações, umas tantas obscuras, outras tantas desnecessárias.
Quem diria..., mas Clodovil foi um dos mais votados dentre os deputados que concorreram a uma vaga à Câmara Federal por São Paulo. Deverá ter consigo os valores que pretende defender junto à Câmara Federal. Eu fico aqui imaginando qual será o valor defensável para um cidadão com 72 anos de idade, costureiro famoso, homem de difícil convivência no meio artístico, possuidor de uma petulância tamanha que é capaz de, descensurado, urrar para se fazer notar no que quer que disser e quiser. Uma figura problemática que assumiu a postura e o fato de ser um representante do povo do Estado mais rico do Brasil.
Começou a dar trabalho. Comparou a Câmara a um mercado, em seus primeiros instantes como tribuno dessa casa. Discutiu com o presidente da Câmara, chamando-o de mal-educado. Isso é apenas o caminho do que poderá ser a sua trajetória nessa casa legislativa. Começou com um tumulto até light.
Incomoda-me tratar de assunto tão sério, a legislatura 2007/2010. Outrossim é de pensar-se que o Deputado Clodovil não errou ao achar a Câmara parecida com um mercado. É que não é lá que se vendem as idéias, boas ou más? Os lobbies não são as chaves que abrem as portas das conversações intercomerciais palacianas? Vendo por esse ângulo, o Deputado Clodovil não se equivocou!
Estão preenchendo a renovação da Câmara dos Deputados figuras de interesse nacional. Maluf chegou bajulando, Clodovil como “amuleto de interrogações”, fora os vários outros que sequer poderiam estar lá, por motivos óbvios e conhecidos, até como esses dois citados.
Iniciamos 2007 com o PAC, os nomes renovadores da Câmara, a promessa do desenvolvimento e a mesmice dos discursos dos que chegam, nada fazem de muito importante e, após metade do mandato, começam a costurar as próximas candidaturas. Aí é que o troca-troca pega!
Se eu disser que estou com fé em que tudo isso, vá surtir efeito benéfico para o povo brasileiro, estarei mentindo. Vou rezar e torcer para que eu esteja enganado. O que peço a Deus é que esse mandato legislativo não termine apresentando apenas novos figurinos e modelitos à la Clodovil e que os sanguessugas e os mensaleiros que retomaram assento na Câmara não repitam o escândalo do passado.
Ser-se brasileiro não tem sido lá tão fácil. Sobreviver às dificuldades neste país, pior ainda; assistir à criação de grandes obras, nem se fala Lula vai ter que renovar estímulos e qualidades para não ser apenas um Presidente da República prometedor, mas, um empreendedor incansável para nos presentear, em seu segundo mandato, com o “tudo” que nos faltou no primeiro.
Quem tiver olhos para ver que veja e quem tiver ouvidos para ouvir que ouça. Já é mais do que conhecido o perfil dos senhores deputados eleitos nesta legislatura atual; sabemos de que é capaz, sua maioria. Tomara que façam bem diferente do que estavam acostumados a fazer, escandalosamente, no passado recente.

Publicado por Paulino Vergetti Neto em 13/03/2007 às 17h11



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