Paulino Vergetti  Neto_escritor

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Textos

As facções do inferno!
              

Nada de fim do mundo. Apocalipse?Que nada!
As cadeias de vários cidades brasileiras têm nos mostrado o que representa a ausência do poder do Estado nessas casas de deterioração humana. Nossas prisões são verdadeiras pocilgas e nossos presos, em sua maioria, entes imprestáveis para o convívio social.
Não derramei qualquer lágrima, nem senti nenhum remoço, pelos últimos fatos acontecidos nos presídios brasileiros nos últimos dias. Bandido que mata bandido é como partida empatada ente dis times ruins. Não merece sequer ser divulgado.
Não sei quanto tempo demorara para o Estado brasileiro entender que presidiário não deve receber salário. Antes deveriam trabalhar para produzir alimentos para a sociedade pobre e familiares de suas vítimas. O máximo que poderia caber em uma cela deveria ser dois indivíduos. Nada de concentração para passeios e banho de sol.
Tenho falado muito em construir-se presídios em ilhas distantes do continente, em lugares muito povoados por tubarões, onde qualquer tentativa de fuga levasse à morte de seus fugitivos.Parece que minha voz se finda no próprio texto que escrevo. É em vão. Mas insisto na ideia.
As facções que se matam entre si nesses presídios, fariam, naturalmente,se  estivessem do lado de fora dos muros desses lugares. Por que tanta preocupação com elas? Separem-na dos outros presidiários que estão ali por motivos nem tão perversos e deixem os outros prestaram contra entre si. O Estado brasileiro tem que está preocupado é com a segurança da sociedade ordeira, que paga seus  tributos em dia.
Os noticiários, nos últimos dias, têm mostrado para o mundo inteiro, um Brasil sem ordem, sem lei, onde os presidiários controlam os crimes extra-muros, portando aparelhos celulares e até armas de fogo. Presídios que festejam os aniversários dos criminosos que estão neles.
Não faltam empregos para esses miseráveis que ceifam vidas de pais de famílias e de homens de bem. Falta mais rigor nas penas para esses crimes hediondos. Construam-se solitárias para os controladores do narcotráfico. Por que banho de sol diariamente? Visita de familiares deveria ser uma vez a cada três meses. Falta rigor dentro da lei ara esses marginais.
Eu acho graça quando certas pessoas ficam exigindo tratos diferenciados para esses bandidos. Deveriam comer comidas sem sal. Nada de sobremesas.Televisão? Nunca! A prisão de um bandido desses deve levar em conta que a liberdade, enquanto durar a prisão, não existe. O cara tem que ficar trancafiado mesmo, com muito pouco contato com seus familiares e nenhum com a sociedade.Eles não deveriam ter notícias do mundo lá fora. Para quê?
Pintem os COMANDOS a morte. Separem suas feras. Deixem-nos viver como prisioneiros perigosos, bem vigiados diuturnamente. São inúteis. Não defendem a vida. Representam a escória da humanidade. Por que terem regalias dentro dos resídios?
Tomara que eles consigam mais umas dez farras da morte. Falo isso referindo-me às facões criminosas desses narcotraficantes desalmados, que além de envenenarem com suas drogas, os filhos dos verdadeiros homens da sociedade, ainda aterrorizam a sociedade com suas ações tecidas de dentro dos presídios, muita dessas vezes com a conivência de outros bandidos fardados, ainda bem que em menor número. Muito menor número. Deixem esses meninos inocentes brigarem e, por favor, não divulguem nos horários nobres das TVs. Ninguém precisa assistir a esse terrorismo entre iguais. E a ilha, quando o Governo brasileiro irá escolher, como presídio, para pôr esses marginais sem consertos que comem nosso dinheiro e matam nossos familiares, mesmo presos em presídios considerados de Segurança Máxima? Vamos ver!



















Paulino Vergetti Neto
Enviado por Paulino Vergetti Neto em 25/01/2017
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