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Onde estás?




Deusa minha,
qual fria essa tua voz calada...
esses passos escondidos de nós dois.
Faz isso não,
vê como dói um amor distante,
grita para as horas e para todos os instantes
vem para mim.

Há um coração que chora,
vendo a hora de desesperar-se e ir embora
para nunca mais voltar.

Te vi ontem e já faz um mundo de tempo
e até parece que não tens sentimentos
e, como uma zíngara, foste se esconder de mim.

Que o vento te leve a dor de minha saudade
e que como antes, nem tão perto
e também nem tão distante,
possamos alcançar nossos olhares
a olhar um para o outro
e no peito um coração quase louco
beijar tua boca já sem tanta alegria.

Ainda vejo a lua de ontem...
distante, enche meus olhos de poesia,
e me diz que há alguma alforria,
para que voltemos a amar perto ou distante!


Paulino Vergetti Neto
Enviado por Paulino Vergetti Neto em 29/09/2018
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