Paulino Vergetti  Neto_escritor

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Um velho Leão desdentado governará a América.




Se a vitória de Donald Trump for considerada um cataclisma, o que poderíamos dizer dos últimos acontecimentos envolvendo corrupção e roubo com as quadrilhas conhecidas em nosso país?
Que nada! Nenhum homem teria o poder e governar os Estados Unidos sozinho. O poder na América rica depende de vários fatores coadjuvantes. Há mais alarde do que mesmo fatos possíveis de acontecer com a Economa mundial. Os EEUU não sobreviveriam isolados do resto do mundo. Um país onde seus cidadãos nãos se sentem humildes o suficiente para lavar uma privada, como poderia expulsar os imigrantes que, em sua plena humildade se dignam a fazê-lo?
Logo, as outras Economias mundiais estarão acomodadas e negociando com o velho Trump, acostumado a levar boiadas no grito, mas que quando se ver apertado pela Europa e os emergentes asiáticos, e os outros países ricos, saberá ceder com a devida calma e a mais do que necessária prudência. A imprensa está passando para as sociedades dos mais longínquos lugares do planeta, uma imagem dostorcida. Mostrando um leão muito velho, apesar de grande demais no tamanho, mas sem os incisivos. Uma péssima imagem de um leão separado do bando, já bastante envelhecido e quase totalmente desdentado. Acoisa não é assim tão feia quanto se pensa. Mudemos a impressão sobre o Presidente eleito. A América terá que continuar caminhando de mãos dadas com o mundo civilizado, entre ricos e famintos, pretos e brancos. Ele tornou-se Presidente dos americanos. De todos os americanos, e, por isso, terá que ter prudência o suficiente para governar bem.
O Presidente da Russia, Putin, já reconhece em Trump uma melhor oportunidade para dialogar com a América rica. Isso é facilitador, no sentido de evitar-se um raro, mas possível, conflio armado entre as duas potências atômicas. Nunca o mundo precisou tanto de paz e de harmonia. Estamos cansado de enxergar as guerras desrespeitosas no Oriente Médio, no Afeganistão. A Síria tem protagonizado a impotência parcial da ação americana contra o conflito e a ousadia dePutin em desafiar a América, bombardeando inocentes que não aceitam o governo Sírio.
Não podemos esquecer a China, sempre calada e prudente em suas raras falas políticas, sem desejar se meter abertamente na política interna das grandes nações. Estão dando poder demais ao maluco do Trump. Ele sabe onde deverá pisar. Receberá seu dever de casa, completinho, antes de seu primeiro dia como governante do mais importante país do mundo.
Preocupa-me muito mais o rombo nas contas de nossa Previdência do que Trump fará ou deixará de fazer. Ninguém vive bem se isolar-se do resto do mundo. Há uma irrefutável interdependência entre as inúmeras nações. Os interesses dos EEUU fora do país são muito mais importantes do ponto de vista político, do que sua própria Economia doméstica. Duvido que Trump saia por ai atirando para cima com seu discurso de que tudo pode. O México será sua primeira grande frustação. O muro que pensa construir entre seu país e aquele, jamais será edificado. A Diplomacia americana saberá reslver os grandes problemas de imigração nos EEUU, sm precisar gastar sequer um quilo de cimento, nem qualquer tijolo.
Estou abismado com o medo que a imprensa mundial passou para o mundo com a vitótia de Trump. Deram ao velho americano rico um poder que nem sequer seu dinheiro lhe poderia conferir, já que ele mora em um país livre onde as leis são maiores do que qualquer leão humano. Se governar fora da cartilha política americana a Alta Corte lhe reensinará a lição correta e ele corrigirá seu dever ainda em classe.
O Presidente eleito dos Estados unidos rugiu e assustou. Ja se nota, após a vitória, um discurso com penas. O homemzarrão está mais para um falcão do que mesmo um leão. Não temam. Há a China, Israel, Índia, a própria Russia etc. Todas essas potências mundiais detêm armas nucleares e estarão controlando umas as outras. Cuidemos é em desmontar o resto das quadrilhas que nos têm roubado por aqui. Isso, sim, nos mete medo!!!
Paulino Vergetti Neto
Enviado por Paulino Vergetti Neto em 14/11/2016


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